Página em preparação. A pesquisa ainda não começou: o projeto aguarda aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. Nenhuma resposta está sendo coletada neste momento.
Estudo observacional · Âmbito nacional

Você usou implante de gestrinona? Queremos ouvir você.

Um questionário pela internet, respondido uma única vez, sobre como foi usar implante de gestrinona de 85 mg ou 100 mg para endometriose, adenomiose, TPM grave, sangramento aumentado ou cólica intensa.

O questionário abre depois da aprovação do Comitê de Ética. Esta página fica no ar até lá.

10–15minutos para responder
uma única vez, sem retorno
0identificação e custo
18+idade mínima
85 · 100mg — doses estudadas

Esta pesquisa não vende, não indica e não oferece nenhum tratamento.

Não vamos prescrever nada para você, não vamos mudar o seu tratamento e não temos nenhum produto para oferecer. Queremos apenas saber como foi uma experiência que você já teve, por uma decisão que foi sua e do seu médico, antes e independentemente deste estudo.

Quase tudo o que se sabe sobre esse tratamento vem de relatos isolados. Ninguém perguntou, em escala, o que as próprias mulheres viveram.

Implantes de gestrinona vêm sendo usados no Brasil para tratar doenças ginecológicas. A literatura disponível é feita de séries pequenas e opinião de especialistas — não há descrição sistemática, a partir da perspectiva da paciente, dos efeitos percebidos nem da comparação com o tratamento usado antes.

A pesquisa é conduzida pela Clínica Dr. Diogo Viana, no Rio de Janeiro, e reúne participantes de todo o país. Não há patrocínio de indústria farmacêutica, de farmácia de manipulação nem de fabricante de implantes — os custos são pagos pelos próprios pesquisadores.

01

Efeitos indesejados

Quais apareceram, com que intensidade e se melhoraram depois — inclusive acne, pelos, queda de cabelo e alteração na voz.

02

Comparação com o antes

Como o implante se comportou em relação ao tratamento que você usava antes dele.

03

Mudança nos sintomas

O que mudou na dor, no sangramento, no humor e na sua rotina — para melhor, para pior ou nada.

04

Satisfação

Se você ficou satisfeita com o tratamento, e o que pesou nessa avaliação.

05

Motivo de parar

Se você interrompeu ou não renovou, por qual razão — falta de melhora, efeito indesejado, custo ou decisão médica.

06

Notificação à Anvisa

Os efeitos relatados são comunicados ao VigiMed, o sistema oficial de farmacovigilância — sem o seu nome.

Experiências positivas, neutras e negativas valem igualmente. Se o tratamento não funcionou para você, se você teve efeitos indesejados ou se parou de usar, a sua resposta é tão necessária quanto a de quem se deu bem. Sem essas respostas o estudo fica torto — e um estudo torto não serve para ninguém.

Quem pode participar

Veja se o seu caso se encaixa

Você pode participar se todas estas frases forem verdadeiras

  • Tenho 18 anos ou mais.
  • Um médico me deu o diagnóstico de endometriose, adenomiose, TPM grave (TDPM), sangramento uterino aumentado ou cólica moderada a intensa.
  • Usei implante de gestrinona de 85 mg ou 100 mg por causa desse problema — estou usando agora ou já usei.
  • Antes do implante eu já tinha feito outro tratamento para o mesmo problema: um progestagênio (comprimido, DIU, injeção, implante) ou a própria gestrinona em cápsula ou via vaginal.

O estudo não inclui

  • Implante com dose diferente de 85 mg ou 100 mg, ou quando você não sabe a dose.
  • Uso apenas por motivo estético, de libido, de composição corporal ou de desempenho físico.
  • Quem nunca fez nenhum tratamento antes do implante.

Não faz diferença há quanto tempo foi, nem por quanto tempo você usou. Se você tirou o implante antes do prazo, o seu caso é um dos mais importantes para nós.

Como funciona

Do clique ao envio

01

Você abre o formulário

Um clique no botão. Não precisa criar conta nem fazer login.

02

Lê o consentimento

O termo completo aparece na tela e pode ser baixado em PDF para você guardar.

03

Confere se encaixa

Algumas perguntas rápidas verificam se o seu caso entra no estudo.

04

Responde

10 a 15 minutos. Quase tudo é opcional e sempre há “não sei” e “prefiro não responder”.

05

Escolhe o contato

No final você decide se quer deixar um contato. É totalmente opcional.

Se você fechar a página antes de enviar, nada é registrado. Você responde uma única vez, no seu aparelho, na hora que preferir.

Ficha técnica

O protocolo, em resumo

Toda pesquisa com pessoas tem um protocolo — o documento que descreve exatamente o que será feito e que o Comitê de Ética analisa antes de autorizar. Este é o resumo do nosso.

TítuloTolerabilidade autorrelatada, efeitos androgênicos estéticos e comparação com tratamentos prévios em mulheres usuárias de implantes de gestrinona de 85 mg ou 100 mg para doenças ginecológicas: estudo transversal por questionário eletrônico com notificação ao VigiMed
DesenhoObservacional, transversal, analítico, por questionário eletrônico autoaplicado
Pesquisador responsávelDr. Diogo Pinto da Costa Viana — CRM 5286328-9
Pesquisadores colaboradoresProf. Dr. Eduardo Schor · Profa. Dra. Adriana Luckow Invitti
InstituiçãoClínica Dr. Diogo Viana — Medicina e Saúde Ltda, Rio de Janeiro
ÂmbitoNacional, com execução centralizada em um único centro
ParticipantesMulheres com 18 anos ou mais que usaram implante de gestrinona de 85 mg ou 100 mg por indicação ginecológica, incluídas usuárias atuais e ex-usuárias
O que é medidoProporção de mulheres que relatam qualquer efeito colateral e proporção que relata efeito androgênico estético; comparação com o tratamento anterior; satisfação; motivos de interrupção
Meta de participantes1.000 respostas
PlataformaQuestionário anônimo hospedado em plataforma dedicada de survey; dados de contato mantidos separadamente em servidor no Brasil
Aprovação éticaSubmetido ao Comitê de Ética em Pesquisa [nome do CEP] — aguardando parecer. CAAE a publicar
RegistroProtocolo e plano de análise registrados no Open Science Framework antes do início da coleta
Diretrizes de relatoCHERRIES (surveys eletrônicos) e STROBE (estudos observacionais)
FinanciamentoNenhum. Custos pagos pelos pesquisadores, sem patrocínio de indústria, farmácia de manipulação ou fabricante

O que este estudo pode e não pode dizer. Ele pode estimar com que frequência as respondentes relatam cada efeito, descrever em que momento do tratamento o implante é usado e registrar por que algumas mulheres pararam. Ele não demonstra eficácia, não prova segurança e não estabelece causa e efeito — e nós declaramos isso no próprio protocolo.

Comitê de Ética

O que é um Comitê de Ética em Pesquisa?

No Brasil, nenhum pesquisador pode simplesmente decidir sozinho fazer uma pesquisa com pessoas. Antes de começar, o projeto inteiro precisa ser lido e aprovado por um Comitê de Ética em Pesquisa, o CEP.

O CEP é um grupo independente, formado por profissionais de várias áreas e também por representantes da comunidade, que não são da equipe da pesquisa. O trabalho dele é um só: defender você, e não o pesquisador. Ele examina o que será perguntado, quais são os riscos, como os dados serão guardados e se o texto que você lê antes de aceitar é claro e honesto. Se algo não estiver bem, ele exige mudanças — ou não deixa a pesquisa acontecer.

Todo projeto aprovado recebe um número público, o CAAE, que permite consultar a pesquisa na Plataforma Brasil, o sistema do Ministério da Saúde.

Esta pesquisa foi submetida ao Comitê de Ética em Pesquisa [nome do CEP] e aguarda parecer. O número CAAE será publicado aqui assim que a aprovação sair. O recrutamento só começa depois disso.

Você pode falar com o Comitê a qualquer momento, sem passar pela equipe da pesquisa, se tiver qualquer dúvida ou reclamação sobre os seus direitos.

CEP [nome do CEP]
[endereço]
[telefone] · [e-mail]
Atendimento: [horário]

Os seus direitos, a qualquer momento

  • Recusar participar, sem dar explicação.
  • Pular qualquer pergunta.
  • Parar no meio — nada é registrado se você não enviar.
  • Pedir informação sobre o uso dos seus dados ou apagar o seu contato.

Você não paga nada e não recebe nada para participar — sem pagamento, sem brinde, sem desconto, sem vantagem. Se ainda assim tiver alguma despesa comprovada por causa da participação, ela será ressarcida. E, se algum dano vier comprovadamente da pesquisa, você tem direito a indenização, conforme a Resolução CNS nº 466/2012.

Uma coisa importante e honesta: como o questionário não tem o seu nome, depois de enviar pode não ser possível achar e apagar exatamente as suas respostas. Isso é consequência da própria proteção. Por isso, leia com calma antes de enviar.

Privacidade

As minhas respostas são anônimas?

São. E isso não é uma promessa vaga — é como o formulário foi construído.

  • O questionário não pergunta nome, telefone, e-mail, CPF nem número de prontuário.
  • O endereço do seu aparelho (endereço de IP) não é guardado.
  • Perguntamos a sua faixa de idade e o seu estado — não a data de nascimento nem o endereço.
  • As respostas ficam ligadas apenas a um código.
  • Nos resultados, os dados aparecem sempre somados. Grupos com menos de 5 mulheres nunca são mostrados separadamente.

O seu médico não vê as suas respostas. Ninguém do lugar onde você se trata fica sabendo se você respondeu. E a sua decisão de participar — ou de não participar — não muda absolutamente nada no seu atendimento.

Se você escolher deixar um contato no final, ele é gravado em um formulário separado, em outro sistema, em servidor no Brasil. Os seus dados de contato nunca ficam junto das suas respostas de saúde.

Se você precisar de ajuda

Esta pesquisa não substitui uma consulta

O questionário não é atendimento médico. A equipe não acompanha as respostas em tempo real e não consegue ajudar em uma situação urgente. Se você está com sintoma, dúvida ou problema de saúde que ainda não foi avaliado, procure um médico.

192SAMU — emergência
188CVV — apoio emocional, 24h

Se responder ao questionário mexer com você emocionalmente, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo. Vamos acolher e orientar o encaminhamento — e, se for preciso atendimento psicológico por causa da participação, ele é garantido, sem custo para você.

Termos de uso e privacidade

Em português claro

1. O que é este site

Esta página existe só para apresentar a pesquisa e dar acesso ao questionário. Ela é informativa: não coleta, não guarda e não processa nenhum dado seu. Não há cadastro, não há login e não usamos cookies de publicidade ou de rastreamento.

2. Quem é responsável

A pesquisa é conduzida pelo Dr. Diogo Pinto da Costa Viana (CRM 5286328-9), pesquisador responsável, na Clínica Dr. Diogo Viana (Rio de Janeiro), instituição responsável pela guarda dos dados. Participam ainda, como pesquisadores colaboradores, o Prof. Dr. Eduardo Schor e a Profa. Dra. Adriana Luckow Invitti.

3. Quais dados são coletados

Só o que você digitar no questionário: a sua doença ginecológica, os tratamentos que fez, o implante, os efeitos percebidos e a sua satisfação. Não pedimos nome, telefone, e-mail, CPF ou prontuário, e não registramos o endereço de IP. Se quiser — e só se quiser — pode deixar contato num formulário separado, no final.

4. Para que os dados são usados

Apenas para os objetivos desta pesquisa e para notificar efeitos indesejados ao VigiMed, o sistema oficial da Anvisa. A notificação é feita sem o seu nome: vão só o código, a faixa de idade, o estado, a dose e o efeito relatado. Nada é usado para fim comercial ou publicitário, e nada é vendido ou cedido.

5. Onde os dados ficam guardados

O questionário funciona em uma plataforma contratada que guarda as respostas em servidores nos Estados Unidos — padrão em pesquisas pela internet no mundo todo. O que sai do Brasil são respostas sem dono: sem nome, sem contato, sem IP. Os dados de contato ficam em outro sistema, em servidor no Brasil, e nunca são enviados para fora. Ao terminar a coleta, baixamos tudo e apagamos definitivamente as respostas da plataforma estrangeira em até 30 dias. Ao aceitar participar, você concorda especificamente com esse armazenamento, conforme o artigo 33 da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018).

6. Por quanto tempo

Os dados ficam guardados por 5 anos depois da publicação dos resultados e então são apagados de forma definitiva e segura, inclusive as cópias de segurança, como manda a Resolução CNS nº 466/2012.

7. Quem tem acesso

Só a equipe da pesquisa, e de forma dividida: uma única pessoa tem permissão para baixar os dados do questionário, e quem faz a análise estatística nunca vê dados de contato. Informações de saúde são dados pessoais sensíveis e recebem proteção específica pela LGPD.

8. Os seus direitos sobre os dados

Você pode pedir confirmação de que os seus dados estão sendo usados, pedir acesso, correção ou anonimização, saber com quem foram compartilhados e retirar a autorização. Basta falar com a equipe. Vale o limite honesto do item 3: como as respostas não têm o seu nome, depois do envio pode não ser possível localizar exatamente as suas. Os dados de contato, esses sim, podem ser apagados a qualquer momento.

9. Uso futuro dos dados

No final do questionário você pode autorizar — ou não — que o conjunto de respostas, sem nenhuma identificação, seja publicado em repositório científico aberto e usado em pesquisas futuras sobre o mesmo tema. Qualquer novo uso passa por nova avaliação de um Comitê de Ética. Recusar não impede a sua participação.

10. Devolutiva

Se quiser, você pode pedir para receber um resumo dos resultados quando a pesquisa terminar. Os resultados serão publicados independentemente do que encontrarmos — inclusive se forem desfavoráveis ao tratamento.

Pronta para responder?

São 10 a 15 minutos, sem o seu nome, uma única vez. Você pode parar quando quiser — e nada é registrado se você não enviar.

Questionário em breve
Questionário em breve